quinta-feira, 18 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
O que é o DIU?
O DIU, dispositivo intrauterino, é um produto anticoncepcional colocado no útero. DIU é o método anticoncepcional reversível mais usado no mundo, sendo utilizado por quase 160 milhões de mulheres das quais 2/3 são chinesas. O DIU deve ser colocado e removido do útero por um médico. DIU fica no útero por todo o período de tempo que a concepção não for desejada. Dependendo do tipo, o DIU é aprovado para 5 a 10 anos de uso.
Eficiência, mecanismo de contracepção do DIU e classificação como abortivo
Toda a segunda geração de DIU T de cobre tem a taxa de falha de menos de 1% ao ano e uma falha cumulativa de 10 anos ente 2 e 6%. Um estudo de grande escala da Organização Mundial da Saúde reportou uma taxa de falha para 12 anos de uso do DIU de 2,2%. O DIU de cobre também pode ser usado como método de contracepção de emergência. Se um DIU for inserido dentro de 5 dias após a relação sexual o risco de engravidar é reduzido à mesma taxa de uma mulher que já estivesse usando o DIU durante o ato sexual.A presença do DIU no útero promove a liberação de leucócitos e prostaglandinas pelo endométrio. Essas substâncias são hostis tanto ao esperma quando ao ovo. Quando usado continuamente para contracepção, o mecanismo primário de ação é espermicida/ovicida. Porém, acredita-se que mecanismos pós-fertilização contribuam efetivamente para a eficiência do DIU e devem ser o principal fator quando o DIU é usado como contracepção de emergência. Esse mecanismos pós-fertilização faz algumas pessoas e organizações a darem classificação do DIU como abortivo.
Uso do DIU como contracepção de emergência
O DIU pode ser usado para contracepção de emergência até 5 dias após a relação sexual. A colocação do DIU de cobre como contraceptivo de emergência tem a taxa de eficiência superior a 99%, o que o torna mais confiável do que as pílulas contraceptivas de emergência, mais conhecidas como pílulas do dia seguinte
Efeitos colaterais e complicações do DIU
O colocação do DIU pode introduzir bactérias no útero. O processo de colocação do DIU carrega um risco pequeno de doença de inflamatória pélvica nos primeiros 20 dias. É muito importante que sejam utilizadas técnicas para prevenir infecções durante a colocação do DIU. Antibióticos devem ser dados antes da colocação do DIU em mulheres com alto risco de endocardite (infecção das válvulas cardíacas), mas não devem ser usados rotineiramente.Após a colocação do DIU a menstruação tende a ser mais forte ou mais dolorida, especialmente durante os primeiros meses após sua inserção. O desconforto na menstruação é a causa mais comum para a emoção do DIU.Complicações com o DIU incluem sua expulsão e perfuração uterina. A perfuração uterina é geralmente causada por inexperiência do médico e é muito rara. A expulsão do DIU é mais comum e mulheres jovens, as que não tiveram filhos e quando o DIU é inserido logo após o parto ou aborto.Embora a taxa de gravidez ao usar o DIU seja baixa, se ela ocorrer existe o risco mais elevado de aborto e parto prematuro. Esses riscos mais elevados terminam se o DIU for removido quando a gravidez for descoberta.
O DIU, dispositivo intrauterino, é um produto anticoncepcional colocado no útero. DIU é o método anticoncepcional reversível mais usado no mundo, sendo utilizado por quase 160 milhões de mulheres das quais 2/3 são chinesas. O DIU deve ser colocado e removido do útero por um médico. DIU fica no útero por todo o período de tempo que a concepção não for desejada. Dependendo do tipo, o DIU é aprovado para 5 a 10 anos de uso.
Eficiência, mecanismo de contracepção do DIU e classificação como abortivo
Toda a segunda geração de DIU T de cobre tem a taxa de falha de menos de 1% ao ano e uma falha cumulativa de 10 anos ente 2 e 6%. Um estudo de grande escala da Organização Mundial da Saúde reportou uma taxa de falha para 12 anos de uso do DIU de 2,2%. O DIU de cobre também pode ser usado como método de contracepção de emergência. Se um DIU for inserido dentro de 5 dias após a relação sexual o risco de engravidar é reduzido à mesma taxa de uma mulher que já estivesse usando o DIU durante o ato sexual.A presença do DIU no útero promove a liberação de leucócitos e prostaglandinas pelo endométrio. Essas substâncias são hostis tanto ao esperma quando ao ovo. Quando usado continuamente para contracepção, o mecanismo primário de ação é espermicida/ovicida. Porém, acredita-se que mecanismos pós-fertilização contribuam efetivamente para a eficiência do DIU e devem ser o principal fator quando o DIU é usado como contracepção de emergência. Esse mecanismos pós-fertilização faz algumas pessoas e organizações a darem classificação do DIU como abortivo.
Uso do DIU como contracepção de emergência
O DIU pode ser usado para contracepção de emergência até 5 dias após a relação sexual. A colocação do DIU de cobre como contraceptivo de emergência tem a taxa de eficiência superior a 99%, o que o torna mais confiável do que as pílulas contraceptivas de emergência, mais conhecidas como pílulas do dia seguinte
Efeitos colaterais e complicações do DIU
O colocação do DIU pode introduzir bactérias no útero. O processo de colocação do DIU carrega um risco pequeno de doença de inflamatória pélvica nos primeiros 20 dias. É muito importante que sejam utilizadas técnicas para prevenir infecções durante a colocação do DIU. Antibióticos devem ser dados antes da colocação do DIU em mulheres com alto risco de endocardite (infecção das válvulas cardíacas), mas não devem ser usados rotineiramente.Após a colocação do DIU a menstruação tende a ser mais forte ou mais dolorida, especialmente durante os primeiros meses após sua inserção. O desconforto na menstruação é a causa mais comum para a emoção do DIU.Complicações com o DIU incluem sua expulsão e perfuração uterina. A perfuração uterina é geralmente causada por inexperiência do médico e é muito rara. A expulsão do DIU é mais comum e mulheres jovens, as que não tiveram filhos e quando o DIU é inserido logo após o parto ou aborto.Embora a taxa de gravidez ao usar o DIU seja baixa, se ela ocorrer existe o risco mais elevado de aborto e parto prematuro. Esses riscos mais elevados terminam se o DIU for removido quando a gravidez for descoberta.
O que são preservativos femininos ou camisinhas femininas?
O preservativos femininos, popularmente conhecidos como camisinha feminina, são um produto usado durante o intercurso sexual para prevenir a gravidez e evitar doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, gonorréia e sífilis. A camisinha feminina foi inventada há mais de 15 anos pelo dinamarquês Lasse Hessel. Ela é usada internamente pelo parceiro receptivo e impede fisicamente o sêmen ejaculado de entrar no organismo da pessoa.
Eficiência do preservativo feminino ou camisinha feminina.
Alguns primeiros teste sugeriram que a camisinha feminina ofereceria melhor proteção do que o preservativo masculino, porém testes no mundo real descobriram que o preservativo feminino era menos eficiente que a camisinha masculina para a maioria das pessoas.
Primeiros testes sobre a eficiência da camisinha feminina:* Uma apresentação na Conferência Internacional de 1990 sobre AIDS concluiu que "exposição ao sêmen foi significativamente menor com o uso do preservativo feminino comparado ao preservativo masculino".* Uma apresentação Conferência Internacional de 1989 sobre AIDS concluiu que "o preservativo feminino teve significativamente menos vazamentos do que o preservativo masculino. O risco combinado de vazamentos, rompimentos e deslizamentos dentro da vagina usando o preservativo feminino foi de 3,3% comparado ao risco combinado de 11,5% usando o preservativo masculino".
Eficiência preservativo feminino ou camisinha feminina contra doenças sexualmente transmissíveis
A eficiência da camisinha feminina na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis não foi estuada na mesma extensão que os preservativos masculinos, porém acredita-se que tenha eficicácia similar àquela encontrada para prevenção da gravidez. Em relação a algumas infecções sexualmente transmissíveis, como herpes que pode passar pelo contato pele-a-pele, a camisinha feminina pode ser mais eficiante do que a masculina, uma vez que cobre mais pele.Lubrificantes e preservativo feminino ou camisinha femininaLubrificantes baseados em água e silicone são seguros de usar com camisinha feminina, assim como com outros contraceptivos de barreira. Óleos que possam danificar o látex não devem ser usados com a camisinha feminina ou masculina feita desse material.Vantagens do preservativo feminino ou camisinha femininaOs genitais externos de quem usa a camisinha feminina, assim como a base do pênis do parceiro, podem ficar mais protegidos com a camisinha feminina do que a masculina. Teoricamente, isso daria mais proteção contra herpes genital. Além disso, não é preciso que o pênis do parceiro esteja ereto para inserir a camisinha feminina
O preservativos femininos, popularmente conhecidos como camisinha feminina, são um produto usado durante o intercurso sexual para prevenir a gravidez e evitar doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, gonorréia e sífilis. A camisinha feminina foi inventada há mais de 15 anos pelo dinamarquês Lasse Hessel. Ela é usada internamente pelo parceiro receptivo e impede fisicamente o sêmen ejaculado de entrar no organismo da pessoa.
Eficiência do preservativo feminino ou camisinha feminina.
Alguns primeiros teste sugeriram que a camisinha feminina ofereceria melhor proteção do que o preservativo masculino, porém testes no mundo real descobriram que o preservativo feminino era menos eficiente que a camisinha masculina para a maioria das pessoas.
Primeiros testes sobre a eficiência da camisinha feminina:* Uma apresentação na Conferência Internacional de 1990 sobre AIDS concluiu que "exposição ao sêmen foi significativamente menor com o uso do preservativo feminino comparado ao preservativo masculino".* Uma apresentação Conferência Internacional de 1989 sobre AIDS concluiu que "o preservativo feminino teve significativamente menos vazamentos do que o preservativo masculino. O risco combinado de vazamentos, rompimentos e deslizamentos dentro da vagina usando o preservativo feminino foi de 3,3% comparado ao risco combinado de 11,5% usando o preservativo masculino".
Eficiência preservativo feminino ou camisinha feminina contra doenças sexualmente transmissíveis
A eficiência da camisinha feminina na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis não foi estuada na mesma extensão que os preservativos masculinos, porém acredita-se que tenha eficicácia similar àquela encontrada para prevenção da gravidez. Em relação a algumas infecções sexualmente transmissíveis, como herpes que pode passar pelo contato pele-a-pele, a camisinha feminina pode ser mais eficiante do que a masculina, uma vez que cobre mais pele.Lubrificantes e preservativo feminino ou camisinha femininaLubrificantes baseados em água e silicone são seguros de usar com camisinha feminina, assim como com outros contraceptivos de barreira. Óleos que possam danificar o látex não devem ser usados com a camisinha feminina ou masculina feita desse material.Vantagens do preservativo feminino ou camisinha femininaOs genitais externos de quem usa a camisinha feminina, assim como a base do pênis do parceiro, podem ficar mais protegidos com a camisinha feminina do que a masculina. Teoricamente, isso daria mais proteção contra herpes genital. Além disso, não é preciso que o pênis do parceiro esteja ereto para inserir a camisinha feminina
CAmisinha masculina.
Como o uso de camisinha masculina pode diminuir a incidência de doenças sexualmente transmissíveisÉ muito importante o uso de preservativo masculino, também conhecido como camisinha, para ajudar a reduzir o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), as quais incluem AIDS, clamídia, herpes genital, verruga genital, gonorréia, hepatite B e sífilis. Essas doenças podem ser contraídas através de relação sexual vaginal, oral ou anal. Camisinha não é 100% segura, mas se usada apropriadamente reduz o risco de contrair DSTs, incluindo AIDS. Proteger-se contra a AIDS é muito importante porque ela é fatal e não tem cura. A camisinha é usada tanto como método anticoncepcional, como forma de reduzir o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis. É importante lembrar que outros métodos anticoncepcionais -- como DIU, diafragma ou pílula anticoncepcional -- não protegem contra DSTs. Desta forma, se for utilizado outro método anticoncepcional, para reduzir o risco de contrair DSTs deve-se utilizar a camisinha também.
A pessoa que praticar relação sexual de risco sempre deve usar camisinha. O maior risco é ter relação sexual -- vaginal, oral ou anal -- com uma pessoa que saiba ter doença sexualmente transmissível. Caso opte por ter relação sexual com uma pessoa infectada, deve-se usar camisinha do início ao fim sempre, e estar ciente que o preservativo reduzirá mas não eliminará de ser infectado. Também é arriscado ter relação sexual com uma pessoa que praticou sexo com alguém infectado no passado, mesmo que essa pessoa pareça saudável. Ao usar a camisinha, certifique-se de cobrir todo o pênis para reduzir o risco de ser infectado. Isso inclui o sexo oral onde o pênis fica em contato com a boca.
O uso de camisinha garante que não será infectado por doença sexualmente transmissível?
Não há garantia absoluta que não será infectado por DSTs, mesmo usando camisinha. Entretanto, o risco de contrair AIDS e outras DSTs diminui fortemente com o uso apropriado de camisinha.
A pessoa que praticar relação sexual de risco sempre deve usar camisinha. O maior risco é ter relação sexual -- vaginal, oral ou anal -- com uma pessoa que saiba ter doença sexualmente transmissível. Caso opte por ter relação sexual com uma pessoa infectada, deve-se usar camisinha do início ao fim sempre, e estar ciente que o preservativo reduzirá mas não eliminará de ser infectado. Também é arriscado ter relação sexual com uma pessoa que praticou sexo com alguém infectado no passado, mesmo que essa pessoa pareça saudável. Ao usar a camisinha, certifique-se de cobrir todo o pênis para reduzir o risco de ser infectado. Isso inclui o sexo oral onde o pênis fica em contato com a boca.
O uso de camisinha garante que não será infectado por doença sexualmente transmissível?
Não há garantia absoluta que não será infectado por DSTs, mesmo usando camisinha. Entretanto, o risco de contrair AIDS e outras DSTs diminui fortemente com o uso apropriado de camisinha.
Como obter a máxima proteção da camisinha.
Para obter a máxima proteção da camisinha deve-se:* Armazená-las apropriadamente.* Usar uma camisinha nova sempre que tiver relação sexual.* Utilizar a camisinha corretamente, do começo ao fim.
Como a camisinha protege contra doenças sexualmente transmissíveis.
Para obter a máxima proteção da camisinha deve-se:* Armazená-las apropriadamente.* Usar uma camisinha nova sempre que tiver relação sexual.* Utilizar a camisinha corretamente, do começo ao fim.
Como a camisinha protege contra doenças sexualmente transmissíveis.
A camisinha age como uma barreira que impede o sangue, sêmen e fluidos vaginais de passarem de uma pessoa a outra durante o intercurso sexual. Esse fluidos pode abrigar germes como o HIV. Se a camisinha não for usada, germes podem passar de um parceiro infectado para outro.
Camisinhas são fortes o suficiente para sexo anal?
A camisinha tem maior probabilidade de romper durante o sexo anal devido à maior quantidade de fricção e outros estresses envolvidos. Mesmo que a camisinha não rompa, o sexo anal é muito arriscado porque pode provocar o dilaceramento e sangramento do tecido no reto. Essas dilacerações podem permitir que germes de doenças passem mais facilmente de um parceiro para outro.
Camisinhas são fortes o suficiente para sexo anal?
A camisinha tem maior probabilidade de romper durante o sexo anal devido à maior quantidade de fricção e outros estresses envolvidos. Mesmo que a camisinha não rompa, o sexo anal é muito arriscado porque pode provocar o dilaceramento e sangramento do tecido no reto. Essas dilacerações podem permitir que germes de doenças passem mais facilmente de um parceiro para outro.
Como a camisinha deve ser manuseada.
A camisinha deve ser manuseada suavemente. Quando tirar a camisinha da embalagem, não use o dente, tesoura ou unhas afiadas. Certifique-se de ver o que está fazendo.
Como usar a camisinha corretamente:
Como usar a camisinha corretamente:
* Use nova camisinha a cada ato sexual.* Coloque a camisinha depois que o pênis estiver ereto e antes de qualquer contato dele com qualquer parte do corpo da parceira sexual.* Ao colocar a camisinha aperte a ponta para sair o ar e a desenrole até a base do pênis.* Se você sentir que a camisinha rompeu durante a relação sexual, interrompa imediatamente e remova o pênis.* Ao remover a camisinha tenha cuidado para o esperma não derramar.* Coloque a camisinha usada dentro de um saco plástico, o feche e deposite no lixo.
Gravidez na adolescência.
A adolescência caracteriza-se por ser um período de descoberta do mundo, dos grupos de amigos, de uma vida social mais ampla. Assim, a gravidez pode vir a interromper, na adolescente, esse processo de desenvolvimento próprio da idade, fazendo-a assumir responsabilidades e papéis de adulta antes da hora, já que dentro em pouco se verá obrigada a dedicar-se aos cuidados maternos.
O prejuízo é duplo: nem adolescente plena, nem adulta inteiramente capaz. A adolescência é também uma fase em que a personalidade da jovem está se formando e, por isso mesmo, é naturalmente instável. Hoje, os meninos e meninas entram na adolescência cada vez mais cedo. O início da ejaculação e da menstruação indicam que eles estão começando a sua vida fértil, isto é, que chegaram àquela fase da vida em que são capazes de procriar.
Repercussões da gravidez na adolescência:
A adolescência caracteriza-se por ser um período de descoberta do mundo, dos grupos de amigos, de uma vida social mais ampla. Assim, a gravidez pode vir a interromper, na adolescente, esse processo de desenvolvimento próprio da idade, fazendo-a assumir responsabilidades e papéis de adulta antes da hora, já que dentro em pouco se verá obrigada a dedicar-se aos cuidados maternos.
O prejuízo é duplo: nem adolescente plena, nem adulta inteiramente capaz. A adolescência é também uma fase em que a personalidade da jovem está se formando e, por isso mesmo, é naturalmente instável. Hoje, os meninos e meninas entram na adolescência cada vez mais cedo. O início da ejaculação e da menstruação indicam que eles estão começando a sua vida fértil, isto é, que chegaram àquela fase da vida em que são capazes de procriar.
Repercussões da gravidez na adolescência:
Ao engravidar, a jovem tem de enfrentar, paralelamente, tanto os processos de transformação da adolescência como os da gestação. Isto, nesta fase, representa uma sobrecarga de esforços físicos e psicológicos tão grande que para ser bem suportada necessitaria apoiar-se num claro desejo de tornar-se mãe. Porém, geralmente não é o que acontece: as jovens se assustam e angustiam-se ao constatar que lhes aconteceu algo imprevisto e indesejado. Só este fato torna necessário que seja alvo de cuidados materiais e médicos apropriados, de solidariedade humana e amparo afetivo especiais. A questão é que, na maioria dos casos, essas condições também não existem. Muitas vezes, a dificuldade de contar o fato para a família ou até mesmo constatar a gravidez faz com que as adolescentes iniciem tardiamente o pré-natal – o que possibilita a ocorrência de complicações e aumento do risco de terem bebês prematuros e de baixo peso. Além disso, não é raro acontecer, em seqüência, uma segunda gravidez indesejada na jovem mãe. Daí a importância adicional do pré-natal como fonte segura de orientação.Viver ao mesmo tempo a própria adolescência, cuidar da gestação e, mais tarde, do bebê, não é tarefa fácil. E a vida torna-se ainda mais difícil para a adolescente grávida que estuda e trabalha. Igualmente, essa situação não difere com relação ao jovem adolescente que se torna pai: ele se vê envolvido na dupla tarefa de lidar com as transformações próprias da adolescência e as da paternidade, que requerem trabalho, estudo, educação do filho e cuidados com a esposa ou companheira.
Orientação sexual e afetiva: Os programas de educação sexual transmitidos pelas escolas vêm cumprindo papel fundamental, já que permitem o diálogo e a circulação de informações sobre a sexualidade. Os meios de comunicação e as campanhas publicitárias também têm abordado com freqüência esse assunto, particularmente visando a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e AIDS.
Orientação sexual e afetiva: Os programas de educação sexual transmitidos pelas escolas vêm cumprindo papel fundamental, já que permitem o diálogo e a circulação de informações sobre a sexualidade. Os meios de comunicação e as campanhas publicitárias também têm abordado com freqüência esse assunto, particularmente visando a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e AIDS.
É função dos serviços de saúde implantar programas especiais à disposição dos jovens, para informá-los e cuidar deles, se necessário. Os adolescentes não precisam sentir vergonha. Além de ser um direito, os profissionais de saúde têm prazer em recebê-los e, através dos serviços oferecidos, possibilitar-lhes informação a respeito dos vários métodos anticoncepcionais existentes. É bom lembrar que, desde a primeira relação, será necessário se proteger. Quem transa sem os cuidados devidos, pode engravidar.
Mas, atenção: dar apenas informações técnicas aos jovens não basta. É muito importante que também sejam orientados em casa, na família. É essencial que possam fazer perguntas, conversar com amigos e parentes mais velhos e se aconselhar quanto à escolha do melhor método anticoncepcional. O importante é que falem e sejam ouvidos. Esse canal de comunicação precisa ser criado e mantido, tanto com a filha, desde sua primeira menstruação, quanto com o filho.
Mas, atenção: dar apenas informações técnicas aos jovens não basta. É muito importante que também sejam orientados em casa, na família. É essencial que possam fazer perguntas, conversar com amigos e parentes mais velhos e se aconselhar quanto à escolha do melhor método anticoncepcional. O importante é que falem e sejam ouvidos. Esse canal de comunicação precisa ser criado e mantido, tanto com a filha, desde sua primeira menstruação, quanto com o filho.
A superação das dificuldades de comunicação e diálogo entre os pais e os filhos pode ajudar em muito a diminuir a ocorrência da gravidez indesejada entre adolescentes. Os pais precisam esforçar-se para deixar de lado o medo de ser taxados de caretas, autoritários, ou de serem acusados de estar invadindo a vida pessoal de seus filhos. Conversando e orientando-os não apenas sobre reprodução e sexualidade humana mas também sobre valores como afeto, amizade, amor, intimidade e respeito ao corpo e à vida, permitirão que se sintam mais preparados para assumir as alegrias e responsabilidades inerentes à vida sexual.
O que é hepatite B
A hepatite B é uma doença contagiosa do fígado que varia de gravidade, de moderada durando algumas semanas, até grave para toda a vida. Essa doença é decorrente de infecção pelo vírus da hepatite B. Hepatite B pode ser aguda ou crônica. A Hepatite B aguda é uma doença de curta duração que ocorre dentro dos primeiros 6 meses depois da exposição ao vírus. A infecção aguda pode se transformar em crônica. A hepatite B crônica que uma doença de longa duração que ocorre quando o vírus permanece no organismo da pessoa.
Gravidade da hepatite B
A hepatite B crônica é uma doença grave que pode resultar em problemas de longo prazo para a saúde, incluindo danos ao fígado, câncer de fígado ou até a morte.
Probablidade da hepatite B aguda tornar-se crônica
A probabilidade da hepatite B aguda tornar-se crônica depende da idade na qual a pessoa foi infectada. Quanto mais jovem for a pessoa infectada pelo vírus, maiores serão as probabilidades dela desenvolver hepatite B crônica. Aproximadamente 90% dos bebês com menos de 1 ano de idade infectados desenvolverão hepatite B crônica. Para crinaças entre 1 e 5 anos de idade as chances de desenvolverem hepatite B crônica são entre 25-50%. Esse risco cai para 6-10% quando a pessoa infectada tem mais de 5 anos de idade.
Transmissão da hepatite BA hepatite B é transmitida quando sangue, sêmen ou outro fluido infectado com o vírus da doença entra no organismo de uma pessoa infectada. A transmissão da hepatite B pode ocorrer durante:* O nascimento, passando da mãe infectada ao bebê.* Relação sexual com um parceiro infectado.* Compartilhamento de agulhas e seringas infectadas.* Compartilhamento de itens como aparelho de barba ou escova de dentes com uma pessoa infectada.* Contato direto com sangue ou feridas abertas de uma pessoa infectada.* Exposição a sangue proveniente de agulhas ou outros instrumentos perfurantes.
Uma pessoa pode espalhar hepatite B sem saber?
Sim, muitas pessoas com hepatite B crônica não sabem que estão infectadas por não parecerem doentes. Porém, essas pessoas ainda assim podem transmitir o vírus da hepatite B.
A hepatite B é uma doença sexualmente transmissível?Sim, sendo a relação sexual a forma mais comum de transmissão da hepatite B. De fato, o vírus da hepatite B é de 50 a 100 vezes mais infeccioso do que o HIV, e pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, fluidos vaginais e sangue.
Formas nas quais a hepatite B não é transmitida:
O vírus da hepatite B não é transmitido pelo compartilhamento de pratos e talheres, amamentação, abraço, beijo, aperto de mãos e tosse. Diferente da hepatite A, o vírus da hepatite B não é normalmente espalhado pela comida ou água. Porém, ocorreram casos nos quais a hepatite B foi transmitida a bebês quando receberam comida pré-mastigada de pessoa infectada.
Sintomas da hepatite B aguda:
Ao contrário dos adultos, geralmente crianças pequenas não desenvolvem sintomas da hepatite B aguda. A maior probabilidade de desenvolver sintomas é quando a pessoa infectada tem mais de 5 anos de idade. Em torno de 70% dos adultos desenvolve sintomas da infecção, que podem incluir:* Febre.* Fadiga.* Náusea.* Vômito.* Dor abdominal.* Urina escura.* Fezes de cor pálida.* Intestino solto.* Dor nas articulações.* Icterícia (pele e olhos amarelados).
Tratamento da hepatite B.
A hepatite B é uma doença contagiosa do fígado que varia de gravidade, de moderada durando algumas semanas, até grave para toda a vida. Essa doença é decorrente de infecção pelo vírus da hepatite B. Hepatite B pode ser aguda ou crônica. A Hepatite B aguda é uma doença de curta duração que ocorre dentro dos primeiros 6 meses depois da exposição ao vírus. A infecção aguda pode se transformar em crônica. A hepatite B crônica que uma doença de longa duração que ocorre quando o vírus permanece no organismo da pessoa.
Gravidade da hepatite B
A hepatite B crônica é uma doença grave que pode resultar em problemas de longo prazo para a saúde, incluindo danos ao fígado, câncer de fígado ou até a morte.
Probablidade da hepatite B aguda tornar-se crônica
A probabilidade da hepatite B aguda tornar-se crônica depende da idade na qual a pessoa foi infectada. Quanto mais jovem for a pessoa infectada pelo vírus, maiores serão as probabilidades dela desenvolver hepatite B crônica. Aproximadamente 90% dos bebês com menos de 1 ano de idade infectados desenvolverão hepatite B crônica. Para crinaças entre 1 e 5 anos de idade as chances de desenvolverem hepatite B crônica são entre 25-50%. Esse risco cai para 6-10% quando a pessoa infectada tem mais de 5 anos de idade.
Transmissão da hepatite BA hepatite B é transmitida quando sangue, sêmen ou outro fluido infectado com o vírus da doença entra no organismo de uma pessoa infectada. A transmissão da hepatite B pode ocorrer durante:* O nascimento, passando da mãe infectada ao bebê.* Relação sexual com um parceiro infectado.* Compartilhamento de agulhas e seringas infectadas.* Compartilhamento de itens como aparelho de barba ou escova de dentes com uma pessoa infectada.* Contato direto com sangue ou feridas abertas de uma pessoa infectada.* Exposição a sangue proveniente de agulhas ou outros instrumentos perfurantes.
Uma pessoa pode espalhar hepatite B sem saber?
Sim, muitas pessoas com hepatite B crônica não sabem que estão infectadas por não parecerem doentes. Porém, essas pessoas ainda assim podem transmitir o vírus da hepatite B.
A hepatite B é uma doença sexualmente transmissível?Sim, sendo a relação sexual a forma mais comum de transmissão da hepatite B. De fato, o vírus da hepatite B é de 50 a 100 vezes mais infeccioso do que o HIV, e pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, fluidos vaginais e sangue.
Formas nas quais a hepatite B não é transmitida:
O vírus da hepatite B não é transmitido pelo compartilhamento de pratos e talheres, amamentação, abraço, beijo, aperto de mãos e tosse. Diferente da hepatite A, o vírus da hepatite B não é normalmente espalhado pela comida ou água. Porém, ocorreram casos nos quais a hepatite B foi transmitida a bebês quando receberam comida pré-mastigada de pessoa infectada.
Sintomas da hepatite B aguda:
Ao contrário dos adultos, geralmente crianças pequenas não desenvolvem sintomas da hepatite B aguda. A maior probabilidade de desenvolver sintomas é quando a pessoa infectada tem mais de 5 anos de idade. Em torno de 70% dos adultos desenvolve sintomas da infecção, que podem incluir:* Febre.* Fadiga.* Náusea.* Vômito.* Dor abdominal.* Urina escura.* Fezes de cor pálida.* Intestino solto.* Dor nas articulações.* Icterícia (pele e olhos amarelados).
Tratamento da hepatite B.
Não existe medicamento para tratar a hepatite B aguda. Durante a infecção de curto prazo os médicos geralmente recomendam descanso, nutrição adequada e fluidos, embora muitas pessoas podem necessitar ser hospitalizadas.
O que é sífilis ?
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum.
Como as pessoas pegam sífilis?
A sífilis é transmitida de pessoa para pessoa através do contato direto com a ferida provocada pela doença. As feridas costumam geralmente ocorrer nos genitais externos, vagina, ânus ou reto. Elas também podem aparecer nos lábios e boca. A transmissão do organismo acontece durante o sexo vaginal, anal ou oral. Mulheres grávidas com sífilis podem passar para o bebê. Quando o bebê adquire a doença da mãe ela é chamada de sífilis congênita. A sífilis não é transmitida através do contato com acentos de banheiros, maçaneta de porta, água da piscina, banheira, roupa ou talheres.
Quais são os sintomas da sífilis em adultos?
Muitas pessoas infectadas com sífilis não apresentam sintomas por anos, mas ainda assim estão sob o risco de complicações posteriores se não forem tratadas. Embora pareça que a transmissão ocorra através de pessoas com feridas que estão no estágio primário ou secundário, muitas vezes essas feridas não são reconhecidas. Desta forma, muitas vezes a transmissão se dá através de pessoas que não sabem que estão infectadas.
Estágio primário.
O estágio primário da sífilis é geralmente marcado pelo aparecimento de uma única ferida (chamada de cancro), mas também pode haver feridas múltiplas. O período de tempo entre a contração da infecção e os primeiros sintomas pode variar de 10 a 90 dias (a média é 21 dias). O cancro é geralmente firme, redondo, pequeno e sem dor. Ele aparece no local onde a sífilis entrou no corpo. O cancro dura de 3 a 6 semanas e sara sem tratamento. Porém, se tratamento correto não for administrado, a infecção progride para o estágio secundário.
Estágio secundário.
O estágio secundário é caracterizado por erupções na pele e lesões na membrana mucosa. Esse estágio tipicamente começa com erupções em uma ou mais áreas do corpo. As erupções geralmente não causam coceira e podem aparecer enquanto o cancro está sarando ou várias semanas depois. Algumas vezes as erupções do estágio secundário são tão leves que não são notadas. Além das erupções, os sintomas do estágio secundário da sífilis podem incluir febre, dor na garganta, dor de cabeça, perda de peso, dores musculares e fadiga. Os sintomas do estágio secundário da sífilis sumirão com ou sem tratamento. Porém, sem tratamento a infecção progredirá para o estágio latente mais avançado
Estágio terciário
O estágio latente da sífilis começa quando os sintomas secundários desaparecem. Sem tratamento a pessoa continuará a ter sífilis ainda que não apresente sintomas. Nos estágios avançados da sífilis ela pode danificar órgãos internos incluindo cérebro, olhos, nervos, coração, vasos sanguíneos, fígado, ossos e articulações. Esses danos internos podem aparecer muitos anos depois. O sintomas do estágio avançado da sífilis incluem dificuldade de coordenar os movimentos musculares, paralisia, cegueira gradual e demência. Os danos podem ser sérios o suficiente para causar a morte.
Como é o tratamento para sífilis?
Sífilis é facilmente curável nos primeiros estágios. Uma única injeção intramuscular de penicilina curará a pessoa infectada com sífilis há menos de um ano. Doses adicionais são necessárias para tratar pessoas que têm sífilis há mais de um ano. Para pessoas alérgicas à penicilina há outros antibióticos disponíveis. O tratamento matará a bactéria da sífilis e prevenirá danos futuros, porém não reparará os danos já causados.
Como pode ser feita a prevenção da sífilis?
O meio mais seguro de evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis, incluindo sífilis, é abster-se de contato sexual ou ter um relacionamento monogâmico de longa duração com um parceiro testado que você sabe não estar infectado.
Doenças que causam ulcerações, como a sífilis, podem acontecer em áreas genitais que podem ou não serem cobertas pelo preservativo de látex. Desta forma, o uso correto e consistente de preservativos apenas reduz o risco de transmissão da sífilis quando cobre toda a área infectada. Uma vez que o preservativo pode não envolver toda área de infecção, até mesmo o seu uso correto e consistente não garante a prevenção. Preservativos lubrificados com espermicidas não dão mais proteção que os outros preservativos lubrificados.
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum.
Como as pessoas pegam sífilis?
A sífilis é transmitida de pessoa para pessoa através do contato direto com a ferida provocada pela doença. As feridas costumam geralmente ocorrer nos genitais externos, vagina, ânus ou reto. Elas também podem aparecer nos lábios e boca. A transmissão do organismo acontece durante o sexo vaginal, anal ou oral. Mulheres grávidas com sífilis podem passar para o bebê. Quando o bebê adquire a doença da mãe ela é chamada de sífilis congênita. A sífilis não é transmitida através do contato com acentos de banheiros, maçaneta de porta, água da piscina, banheira, roupa ou talheres.
Quais são os sintomas da sífilis em adultos?
Muitas pessoas infectadas com sífilis não apresentam sintomas por anos, mas ainda assim estão sob o risco de complicações posteriores se não forem tratadas. Embora pareça que a transmissão ocorra através de pessoas com feridas que estão no estágio primário ou secundário, muitas vezes essas feridas não são reconhecidas. Desta forma, muitas vezes a transmissão se dá através de pessoas que não sabem que estão infectadas.
Estágio primário.
O estágio primário da sífilis é geralmente marcado pelo aparecimento de uma única ferida (chamada de cancro), mas também pode haver feridas múltiplas. O período de tempo entre a contração da infecção e os primeiros sintomas pode variar de 10 a 90 dias (a média é 21 dias). O cancro é geralmente firme, redondo, pequeno e sem dor. Ele aparece no local onde a sífilis entrou no corpo. O cancro dura de 3 a 6 semanas e sara sem tratamento. Porém, se tratamento correto não for administrado, a infecção progride para o estágio secundário.
Estágio secundário.
O estágio secundário é caracterizado por erupções na pele e lesões na membrana mucosa. Esse estágio tipicamente começa com erupções em uma ou mais áreas do corpo. As erupções geralmente não causam coceira e podem aparecer enquanto o cancro está sarando ou várias semanas depois. Algumas vezes as erupções do estágio secundário são tão leves que não são notadas. Além das erupções, os sintomas do estágio secundário da sífilis podem incluir febre, dor na garganta, dor de cabeça, perda de peso, dores musculares e fadiga. Os sintomas do estágio secundário da sífilis sumirão com ou sem tratamento. Porém, sem tratamento a infecção progredirá para o estágio latente mais avançado
Estágio terciário
O estágio latente da sífilis começa quando os sintomas secundários desaparecem. Sem tratamento a pessoa continuará a ter sífilis ainda que não apresente sintomas. Nos estágios avançados da sífilis ela pode danificar órgãos internos incluindo cérebro, olhos, nervos, coração, vasos sanguíneos, fígado, ossos e articulações. Esses danos internos podem aparecer muitos anos depois. O sintomas do estágio avançado da sífilis incluem dificuldade de coordenar os movimentos musculares, paralisia, cegueira gradual e demência. Os danos podem ser sérios o suficiente para causar a morte.
Como é o tratamento para sífilis?
Sífilis é facilmente curável nos primeiros estágios. Uma única injeção intramuscular de penicilina curará a pessoa infectada com sífilis há menos de um ano. Doses adicionais são necessárias para tratar pessoas que têm sífilis há mais de um ano. Para pessoas alérgicas à penicilina há outros antibióticos disponíveis. O tratamento matará a bactéria da sífilis e prevenirá danos futuros, porém não reparará os danos já causados.
Como pode ser feita a prevenção da sífilis?
O meio mais seguro de evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis, incluindo sífilis, é abster-se de contato sexual ou ter um relacionamento monogâmico de longa duração com um parceiro testado que você sabe não estar infectado.
Doenças que causam ulcerações, como a sífilis, podem acontecer em áreas genitais que podem ou não serem cobertas pelo preservativo de látex. Desta forma, o uso correto e consistente de preservativos apenas reduz o risco de transmissão da sífilis quando cobre toda a área infectada. Uma vez que o preservativo pode não envolver toda área de infecção, até mesmo o seu uso correto e consistente não garante a prevenção. Preservativos lubrificados com espermicidas não dão mais proteção que os outros preservativos lubrificados.
O que é gonorréia?
Gonorréia é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada por uma bactéria que cresce e multiplica-se facilmente em áreas quentes e úmidas do trato reprodutivo como útero e tubas uterinas na mulher; e uretra em homens e mulheres. A bactéria também pode crescer na boca, garganta, olhos e ânus.
Como se pega a gonorréia?
A gonorréia é transmitida pelo contato com o pênis, vagina, boca ou ânus. Não é necessário haver ejaculação para a gonorréia ser transmitida. Gonorréia também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto. Pessoas que tiveram gonorréia e receberam tratamento podem ser infectadas de novo se tiverem contato sexual com indivíduos infectados.
Quais são os sinais e sintomas da gonorréia?
Nos homens os sintomas, que podem levar até 30 dias depois da infecção para aparecer, incluem sensação de queimação ao urinar; ou uma descamação amarela ou verde no pênis. Algumas vezes homens com gonorréia ficam com testículos doloridos.
Nas mulheres os sintomas da gonorréia são geralmente moderados, porém a maioria das infectadas não apresenta sintomas. Os sinais e sintomas iniciais incluem sensação de queimação ao urinar e aumento do escoamento vaginal ou sangramento vaginal entre os períodos menstruais. Mulheres com gonorréia sofrem o risco de desenvolver complicações sérias independentemente da presença ou severidade dos sintomas.
Sintomas da infecção retal, tanto em homens como mulheres, podem incluir escoamento, coceira no ânus, dor, sangramento ou evacuação dolorida. A infecção retal também pode não apresentar sintomas. Infecção na garganta pode causar dor, mas geralmente não apresenta sintomas.
Como a gonorréia afeta a mulher grávida e seu bebê?
Se uma mulher grávida tiver gonorréia ela pode passar a infecção ao bebê durante o parto. Isso pode causar cegueira, infecção nas articulações e no sangue que requer tratamento para toda a vida. O tratamento da gonorréia tão logo seja detectada em mulheres grávidas reduzirá o risco dessas complicações. Mulheres grávidas devem consultar um médico para exame apropriado, testes e tratamento se necessário.
Como é o tratamento da gonorréia?
Vários antibióticos podem curar com sucesso a gonorréia em adolescentes e adultos. É importante tomar todo medicamento prescrevido para curar a gonorréia. Embora a medicação interrompa a infecção, não irá reparar qualquer dano permanente ocasionado pela doença. Pessoas que tiveram gonorréia e foram tratadas podem ter a doença de novo se tiverem contato com pessoas infectadas
Como é a prevenção da gonorréia?
A forma mais segura de prevenir doenças sexualmente transmissíveis é abster-se de intercursos sexuais, ou ter uma relação monogâmica de longo prazo com um parceiro testado e que você sabe não estar infectado. Preservativos de látex, quando usados consistentemente e corretamente, podem reduzir o risco de transmissão da gonorréia.
Gonorréia é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada por uma bactéria que cresce e multiplica-se facilmente em áreas quentes e úmidas do trato reprodutivo como útero e tubas uterinas na mulher; e uretra em homens e mulheres. A bactéria também pode crescer na boca, garganta, olhos e ânus.
Como se pega a gonorréia?
A gonorréia é transmitida pelo contato com o pênis, vagina, boca ou ânus. Não é necessário haver ejaculação para a gonorréia ser transmitida. Gonorréia também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto. Pessoas que tiveram gonorréia e receberam tratamento podem ser infectadas de novo se tiverem contato sexual com indivíduos infectados.
Quais são os sinais e sintomas da gonorréia?
Nos homens os sintomas, que podem levar até 30 dias depois da infecção para aparecer, incluem sensação de queimação ao urinar; ou uma descamação amarela ou verde no pênis. Algumas vezes homens com gonorréia ficam com testículos doloridos.
Nas mulheres os sintomas da gonorréia são geralmente moderados, porém a maioria das infectadas não apresenta sintomas. Os sinais e sintomas iniciais incluem sensação de queimação ao urinar e aumento do escoamento vaginal ou sangramento vaginal entre os períodos menstruais. Mulheres com gonorréia sofrem o risco de desenvolver complicações sérias independentemente da presença ou severidade dos sintomas.
Sintomas da infecção retal, tanto em homens como mulheres, podem incluir escoamento, coceira no ânus, dor, sangramento ou evacuação dolorida. A infecção retal também pode não apresentar sintomas. Infecção na garganta pode causar dor, mas geralmente não apresenta sintomas.
Como a gonorréia afeta a mulher grávida e seu bebê?
Se uma mulher grávida tiver gonorréia ela pode passar a infecção ao bebê durante o parto. Isso pode causar cegueira, infecção nas articulações e no sangue que requer tratamento para toda a vida. O tratamento da gonorréia tão logo seja detectada em mulheres grávidas reduzirá o risco dessas complicações. Mulheres grávidas devem consultar um médico para exame apropriado, testes e tratamento se necessário.
Como é o tratamento da gonorréia?
Vários antibióticos podem curar com sucesso a gonorréia em adolescentes e adultos. É importante tomar todo medicamento prescrevido para curar a gonorréia. Embora a medicação interrompa a infecção, não irá reparar qualquer dano permanente ocasionado pela doença. Pessoas que tiveram gonorréia e foram tratadas podem ter a doença de novo se tiverem contato com pessoas infectadas
Como é a prevenção da gonorréia?
A forma mais segura de prevenir doenças sexualmente transmissíveis é abster-se de intercursos sexuais, ou ter uma relação monogâmica de longo prazo com um parceiro testado e que você sabe não estar infectado. Preservativos de látex, quando usados consistentemente e corretamente, podem reduzir o risco de transmissão da gonorréia.
- O que é herpes genital ?
O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível causada pelo vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1) e tipo 2 (HSC-2). A maior parte dos casos de herpes genital é causada pelo tipo 2. A maioria das pessoas não tem sintomas da infecção ou eles são moderados. Quando os sintomas ocorrem, eles tipicamente aparecem como bolhas nos genitais e reto, ou ao redor. A bolhas estouram, deixando feridas que podem levar de duas a quatro semanas para sarar na primeira vez que ocorrem. Geralmente outra erupção pode aparecer semanas ou meses depois da primeira, mas quase sempre é menos severa e dura menos tempo. Embora a infecção possa ficar no corpo indefinidamente, a quantidade de erupções tende a diminuir no período de anos. - Como as pessoas contraem herpes genital?
Os vírus da herpes podem ser encontrados e soltos nas feridas que eles causam, mas também podem ser liberados por erupções na pele que não parecem estar estouradas ou feridas. Geralmente a pessoa só pode contrair infecção do vírus tipo 2 durante contato sexual com alguém que tenha infecção genital por esse vírus. A transmissão também pode acontecer via parceiro sexual que não tem feridas visíveis e pode não saber que está infectado. - Quais são os sintomas do herpes genital?
A maioria das pessoas com HSV-2 não sabe que está infectada. Porém, se os sintomas ocorrerem, a primeiras erupção pode ser bem pronunciadas. A primeira erupção geralmente acontece dentro de duas semanas depois da transmissão do vírus e as feridas tipicamente saram entre 2-4 semanas. Outros sintomas durante o primeiro episódio podem incluir um segundo florescimento de feridas e sintomas semelhantes à gripe, incluindo febre. Porém, a maioria das pessoas com infecção de HSV-2 pode nunca ter feridas, ou ter sintomas tão leves que nem nota ou confunde com picada de insetos ou outro problema de pele.
A maioria das pessoas que tiveram o primeiro episódio de erupções causadas pela herpes genital pode esperar que elas se repitam (geralmente 4 ou 5) durante o ano. Ao passar do tempo geralmente essas recorrências diminuem de freqüência. - Quais são as complicações causadas pelo herpes genital?
O herpes genital pode causar feridas dolorosas recorrentes em muitos adultos, e pode ser severa em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido. Independentemente da severidade dos sintomas, herpes genital freqüentemente causa problemas psicológicos nas pessoas infectadas.Adicionalmente, herpes genital pode causar infecção potencialmente fatal em bebês. É importante que a mulher evite contrair herpes durante a gravidez porque um primeiro episódio enquanto estiver grávida é de grande risco de transmissão para o bebê. Se a mulher tiver o herpes genital ativo durante o parto, geralmente opta-se pela cesariana. Afortunadamente, infecções de herpes passadas das mães para os bebês são raras. - saber mais:
- www.brasilescola.com/doencas/herpes-genital1
O que é AIDS
A síndrome da imunodeficiência adquirida, AIDS, é uma coleção de sintomas e infecções resultantes do dano ao sistema imunológico causado por infecção do vírus HIV, o último estágio no qual o indivíduo fica susceptível a infecções oportunistas e tumores. Embora existam tratamentos para AIDS e HIV que diminuam a progressão do vírus, ainda não há cura conhecida.
Transmissão e prevenção do HIV
A síndrome da imunodeficiência adquirida, AIDS, é uma coleção de sintomas e infecções resultantes do dano ao sistema imunológico causado por infecção do vírus HIV, o último estágio no qual o indivíduo fica susceptível a infecções oportunistas e tumores. Embora existam tratamentos para AIDS e HIV que diminuam a progressão do vírus, ainda não há cura conhecida.
Transmissão e prevenção do HIV
As três vias principais de transmissão do HIV são contato sexual, exposição a fluidos ou tecidos corporais contaminados e de mãe para feto durante o período perinatal. É possível encontrar o HIV na saliva, lágrima e urina de pessoas infectadas, porém devido à baixa concentração do vírus nesses líquidos o risco é insignificante.
Transmissão do HIV pelo contato sexual.
Transmissão do HIV pelo contato sexual.
A maior parte das infecções por HIV é via relações sexual sem proteção. A transmissão pelo ato sexual ocorre com o contato entre secreções sexuais de um parceiro com o reto, genital ou mucosa da boca do outro. Os atos sexuais passivos sem proteção são mais arriscados que os ativos sem proteção, sendo que o sexo anal apresenta mais risco do que o vaginal ou oral. Sexo oral não é livre de riscos.
Doenças sexualmente transmissíveis aumentam o risco da transmissão e infecção pelo HIV porque causam o rompimento da barreira epitelial normal por causa da ulceração e pela acumulação de células infectadas ou susceptíveis ao HIV no sêmen e secreções vaginais. Estudos indicam que o risco de infecção por HIV é quatro vezes maior quando há ulcerações nos genitais causadas por sífilis e/ou cancróide; e também é aumentado, porém em menor grau, com a presença de gonorréia e tricomoníase.
Doenças sexualmente transmissíveis aumentam o risco da transmissão e infecção pelo HIV porque causam o rompimento da barreira epitelial normal por causa da ulceração e pela acumulação de células infectadas ou susceptíveis ao HIV no sêmen e secreções vaginais. Estudos indicam que o risco de infecção por HIV é quatro vezes maior quando há ulcerações nos genitais causadas por sífilis e/ou cancróide; e também é aumentado, porém em menor grau, com a presença de gonorréia e tricomoníase.
Durante o ato sexual, apenas preservativos masculinos ou femininos podem reduzir o risco de infecção por HIV. A melhor evidência até agora indica que o uso de preservativo reduz em aproximadamente 80% o risco de transmissão do HIV em relação sexual heterossexual. O preservativo masculino, se usado corretamente sem lubrificantes à base de óleo, é o mais eficiente para reduzir o risco de transmissão de HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.
Estudos com casais no qual um parceiro é portador do HIV mostram que, com o uso correto de preservativos, a taxa de transmissão para o outro parceiro de menos de 1% por ano.
O governo dos Estados Unidos e várias organizações de saúde recomendam três pontos principais para diminuir o risco de adquirir AIDS através do sexo: .
Para adolescentes abstinência sexual ou postergação do início das relações sexuais.
. Ser fiel ao parceiro, especialmente em relacionamentos com compromisso sério.
. Utilizar preservativos em caso de relacionamento sexual de risco.
Transmissão por exposição a fluidos corporais infectados.
Essa via de transmissão é particularmente importante entre usuários de drogas injetáveis, hemofílicos e os que receberam doação de sangue. O compartilhamento e reutilização de seringas contaminadas com sangue infectado com HIV representam um risco sério de contrair não apenas AIDS, mas também hepatite B e C. O risco de contaminação por HIV em transfusões de sangue é extremamente pequeno em países onde são feitos a seleção do doador e testes.
Transmissão vertical do HIV - de mãe para filho.
Transmissão vertical do HIV - de mãe para filho.
A transmissão vertical do HIV é aquela na qual a infecção passa da mãe para o filho no útero durante as últimas semanas de gravidez ou durante o parto. Na falta de tratamento, a taxa de transmissão da mãe para filho durante a gravidez e parto é de 25%. Porém, quando a mãe tem acesso à terapia antiretroviral e o parto é por cesariana, a taxa de transmissão é de apenas 1%. O aleitamento pela mãe portadora do HIV aumenta o risco de transmissão em 10-15%.
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