sábado, 3 de setembro de 2011
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Cocaína uma Droga Letal.

Sintetizada em 1859, a cocaína tem como origem a planta Erythroxylon coca, um arbusto nativo da Bolívia e do Peru (mas também cultivado em Java e Sri-Lanka), em cuja composição química se encontram os alcalóides Cocaína, Anamil e Truxillina (ou Cocamina).
As propriedades primárias da droga bloqueiam a condução de impulsos nas fibras nervosas, quando aplicada externamente, produzindo uma sensação de amortecimento e enregelamento. A droga também é vaso constritora, isto é, contrai os vasos sangüíneos inibindo hemorragias, além de funcionar como anestésico local, sendo este um dos seus usos na medicina. Ingerida ou aspirada, a cocaína age sobre o sistema nervoso periférico, inibindo a reabsorção, pelos nervos, da norepinefrina (uma substância orgânica semelhante à adrenalina). Assim, ela potencializa os efeitos da estimulação dos nervos. A cocaína é também um estimulante do sistema nervoso central, agindo sobre ele com efeito similar ao das anfetaminas.
A quantidade necessária para provocar uma overdose varia de uma pessoa para outra, e a dose fatal vai de 0,2 a 1,5 grama de cocaína pura. A possibilidade de overdose, entretanto, é maior quando a droga é injetada diretamente na corrente sangüínea. O efeito da cocaína pode levar a um aumento de excitabilidade, ansiedade, elevação da pressão sangüínea, náusea e até mesmo alucinações. Um relatório norte-americano afirma que uma característica peculiar da psicose paranóica, resultante do abuso de cocaína, é um tipo de alucinação na qual formigas, insetos ou cobras imaginárias parecem estar caminhando sobre ou sob a pele do cocainômano. Embora exista controvérsia, alguns afirmam que os únicos perigos médicos do uso da cocaína são as reações alérgicas fatais e a habilidade da droga em produzir forte dependência psicológica, mas não física. Por ser uma substância de efeito rápido e intenso, a cocaína estimula o usuário a utilizá-la seguidamente para fugir da profunda depressão que se segue após o seu efeito. A Coca-Cola, um dos refrigerantes mais populares, foi originalmente uma beberagem feita com folhas de coca e vendida como um "extraordinário agente terapêutico para todos os males, desde a melancolia até a insônia". Complicações legais, todavia, fizeram com que a partir de 1906 o refrigerante passasse a utilizar em sua fórmula folhas de coca descocainadas (revista Planeta, julho,1986).
Os malefícios da cocaína
A cocaína é a droga que mais rapidamente devasta o usuário. Bastam alguns meses ou mesmo semanas para que ela cause um emagrecimento profundo, insônia, sangramento do nariz e corisa persistente, lesão da mucosa nasal e tecidos nasais, podendo inclusive causar perfuração do septo (12). Doses elevadas consumidas regularmente também causam palidez, suor frio, desmaios, convulsões e parada respiratória. No cérebro, a cocaína afeta especialmente as áreas motoras, produzindo agitação intensa. A ação da cocaína no corpo é poderosa porém breve, durando cerca de meia hora, já que a droga é rapidamente metabolizada pelo organismo.
As propriedades primárias da droga bloqueiam a condução de impulsos nas fibras nervosas, quando aplicada externamente, produzindo uma sensação de amortecimento e enregelamento. A droga também é vaso constritora, isto é, contrai os vasos sangüíneos inibindo hemorragias, além de funcionar como anestésico local, sendo este um dos seus usos na medicina. Ingerida ou aspirada, a cocaína age sobre o sistema nervoso periférico, inibindo a reabsorção, pelos nervos, da norepinefrina (uma substância orgânica semelhante à adrenalina). Assim, ela potencializa os efeitos da estimulação dos nervos. A cocaína é também um estimulante do sistema nervoso central, agindo sobre ele com efeito similar ao das anfetaminas.
A quantidade necessária para provocar uma overdose varia de uma pessoa para outra, e a dose fatal vai de 0,2 a 1,5 grama de cocaína pura. A possibilidade de overdose, entretanto, é maior quando a droga é injetada diretamente na corrente sangüínea. O efeito da cocaína pode levar a um aumento de excitabilidade, ansiedade, elevação da pressão sangüínea, náusea e até mesmo alucinações. Um relatório norte-americano afirma que uma característica peculiar da psicose paranóica, resultante do abuso de cocaína, é um tipo de alucinação na qual formigas, insetos ou cobras imaginárias parecem estar caminhando sobre ou sob a pele do cocainômano. Embora exista controvérsia, alguns afirmam que os únicos perigos médicos do uso da cocaína são as reações alérgicas fatais e a habilidade da droga em produzir forte dependência psicológica, mas não física. Por ser uma substância de efeito rápido e intenso, a cocaína estimula o usuário a utilizá-la seguidamente para fugir da profunda depressão que se segue após o seu efeito. A Coca-Cola, um dos refrigerantes mais populares, foi originalmente uma beberagem feita com folhas de coca e vendida como um "extraordinário agente terapêutico para todos os males, desde a melancolia até a insônia". Complicações legais, todavia, fizeram com que a partir de 1906 o refrigerante passasse a utilizar em sua fórmula folhas de coca descocainadas (revista Planeta, julho,1986).

Os malefícios da cocaína
A cocaína é a droga que mais rapidamente devasta o usuário. Bastam alguns meses ou mesmo semanas para que ela cause um emagrecimento profundo, insônia, sangramento do nariz e corisa persistente, lesão da mucosa nasal e tecidos nasais, podendo inclusive causar perfuração do septo (12). Doses elevadas consumidas regularmente também causam palidez, suor frio, desmaios, convulsões e parada respiratória. No cérebro, a cocaína afeta especialmente as áreas motoras, produzindo agitação intensa. A ação da cocaína no corpo é poderosa porém breve, durando cerca de meia hora, já que a droga é rapidamente metabolizada pelo organismo.
Drogas e o sistema nervoso
Drogas e seus efeitos e características
As drogas são substâncias químicas, naturais ou sintéticas, que provocam alterações psíquicas e físicas a quem as consome e levam à dependência física e psicológica. Seu uso sistemático traz sérias conseqüências físicas, psicológicas e sociais, podendo levar à morte em casos extremos, em geral por problemas circulatórios ou respiratórios. É o que se chama overdose. Além das drogas tradicionais, os especialistas também incluem na lista o cigarro e o álcool.
Os adolescentes estão entre os principais usuários de drogas. Calcula-se que 13% dos jovens brasileiros entre 16 e 18 anos consomem maconha. Em 2001, cresce o uso de crack e drogas sintéticas, como o ecstasy. Os consumidores de cocaína são os que mais procuram tratamento para se livrar da dependência, o qual é feito por meio de psicoterapias que promovem a abstinência às drogas e do uso de antidepressivos em 60% dos casos. Atualmente, cerca de 5% dos brasileiros são dependentes químicos de alguma droga. O uso de drogas é crime previsto no Código Penal Brasileiro, e os infratores estão sujeitos a penas que variam de seis meses a dois anos.
Tipos de droga - As drogas são classificadas de acordo com a ação que exercem sobre o sistema nervoso central. Elas podem ser depressoras, estimulantes, perturbadoras ou, ainda, combinar mais de um efeito.
Depressoras - Substâncias que diminuem a atividade cerebral, deixando os estímulos nervosos mais lentos. Fazem parte desse grupo o álcool, os tranqüilizantes, o ópio (extraído da planta Papoula somniferum) e seus derivados, como a morfina e a heroína.
Estimulantes - Aumentam a atividade cerebral, deixando os estímulos nervosos mais rápidos. Excitam especialmente as áreas sensorial e motora. Nesse grupo estão as anfetaminas, a cocaína (produzida das folhas da planta da coca, Erytroxylum coca) e seus derivados, como o crack.
Perturbadoras - São substâncias que fazem o cérebro funcionar de uma maneira diferente, muitas vezes com efeito alucinógeno. Não alteram a velocidade
As drogas são substâncias químicas, naturais ou sintéticas, que provocam alterações psíquicas e físicas a quem as consome e levam à dependência física e psicológica. Seu uso sistemático traz sérias conseqüências físicas, psicológicas e sociais, podendo levar à morte em casos extremos, em geral por problemas circulatórios ou respiratórios. É o que se chama overdose. Além das drogas tradicionais, os especialistas também incluem na lista o cigarro e o álcool.
Os adolescentes estão entre os principais usuários de drogas. Calcula-se que 13% dos jovens brasileiros entre 16 e 18 anos consomem maconha. Em 2001, cresce o uso de crack e drogas sintéticas, como o ecstasy. Os consumidores de cocaína são os que mais procuram tratamento para se livrar da dependência, o qual é feito por meio de psicoterapias que promovem a abstinência às drogas e do uso de antidepressivos em 60% dos casos. Atualmente, cerca de 5% dos brasileiros são dependentes químicos de alguma droga. O uso de drogas é crime previsto no Código Penal Brasileiro, e os infratores estão sujeitos a penas que variam de seis meses a dois anos.
Tipos de droga - As drogas são classificadas de acordo com a ação que exercem sobre o sistema nervoso central. Elas podem ser depressoras, estimulantes, perturbadoras ou, ainda, combinar mais de um efeito.
Depressoras - Substâncias que diminuem a atividade cerebral, deixando os estímulos nervosos mais lentos. Fazem parte desse grupo o álcool, os tranqüilizantes, o ópio (extraído da planta Papoula somniferum) e seus derivados, como a morfina e a heroína.
Estimulantes - Aumentam a atividade cerebral, deixando os estímulos nervosos mais rápidos. Excitam especialmente as áreas sensorial e motora. Nesse grupo estão as anfetaminas, a cocaína (produzida das folhas da planta da coca, Erytroxylum coca) e seus derivados, como o crack.
Perturbadoras - São substâncias que fazem o cérebro funcionar de uma maneira diferente, muitas vezes com efeito alucinógeno. Não alteram a velocidade
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
O que é o DIU?
O DIU, dispositivo intrauterino, é um produto anticoncepcional colocado no útero. DIU é o método anticoncepcional reversível mais usado no mundo, sendo utilizado por quase 160 milhões de mulheres das quais 2/3 são chinesas. O DIU deve ser colocado e removido do útero por um médico. DIU fica no útero por todo o período de tempo que a concepção não for desejada. Dependendo do tipo, o DIU é aprovado para 5 a 10 anos de uso.
Eficiência, mecanismo de contracepção do DIU e classificação como abortivo
Toda a segunda geração de DIU T de cobre tem a taxa de falha de menos de 1% ao ano e uma falha cumulativa de 10 anos ente 2 e 6%. Um estudo de grande escala da Organização Mundial da Saúde reportou uma taxa de falha para 12 anos de uso do DIU de 2,2%. O DIU de cobre também pode ser usado como método de contracepção de emergência. Se um DIU for inserido dentro de 5 dias após a relação sexual o risco de engravidar é reduzido à mesma taxa de uma mulher que já estivesse usando o DIU durante o ato sexual.A presença do DIU no útero promove a liberação de leucócitos e prostaglandinas pelo endométrio. Essas substâncias são hostis tanto ao esperma quando ao ovo. Quando usado continuamente para contracepção, o mecanismo primário de ação é espermicida/ovicida. Porém, acredita-se que mecanismos pós-fertilização contribuam efetivamente para a eficiência do DIU e devem ser o principal fator quando o DIU é usado como contracepção de emergência. Esse mecanismos pós-fertilização faz algumas pessoas e organizações a darem classificação do DIU como abortivo.
Uso do DIU como contracepção de emergência
O DIU pode ser usado para contracepção de emergência até 5 dias após a relação sexual. A colocação do DIU de cobre como contraceptivo de emergência tem a taxa de eficiência superior a 99%, o que o torna mais confiável do que as pílulas contraceptivas de emergência, mais conhecidas como pílulas do dia seguinte
Efeitos colaterais e complicações do DIU
O colocação do DIU pode introduzir bactérias no útero. O processo de colocação do DIU carrega um risco pequeno de doença de inflamatória pélvica nos primeiros 20 dias. É muito importante que sejam utilizadas técnicas para prevenir infecções durante a colocação do DIU. Antibióticos devem ser dados antes da colocação do DIU em mulheres com alto risco de endocardite (infecção das válvulas cardíacas), mas não devem ser usados rotineiramente.Após a colocação do DIU a menstruação tende a ser mais forte ou mais dolorida, especialmente durante os primeiros meses após sua inserção. O desconforto na menstruação é a causa mais comum para a emoção do DIU.Complicações com o DIU incluem sua expulsão e perfuração uterina. A perfuração uterina é geralmente causada por inexperiência do médico e é muito rara. A expulsão do DIU é mais comum e mulheres jovens, as que não tiveram filhos e quando o DIU é inserido logo após o parto ou aborto.Embora a taxa de gravidez ao usar o DIU seja baixa, se ela ocorrer existe o risco mais elevado de aborto e parto prematuro. Esses riscos mais elevados terminam se o DIU for removido quando a gravidez for descoberta.
O DIU, dispositivo intrauterino, é um produto anticoncepcional colocado no útero. DIU é o método anticoncepcional reversível mais usado no mundo, sendo utilizado por quase 160 milhões de mulheres das quais 2/3 são chinesas. O DIU deve ser colocado e removido do útero por um médico. DIU fica no útero por todo o período de tempo que a concepção não for desejada. Dependendo do tipo, o DIU é aprovado para 5 a 10 anos de uso.
Eficiência, mecanismo de contracepção do DIU e classificação como abortivo
Toda a segunda geração de DIU T de cobre tem a taxa de falha de menos de 1% ao ano e uma falha cumulativa de 10 anos ente 2 e 6%. Um estudo de grande escala da Organização Mundial da Saúde reportou uma taxa de falha para 12 anos de uso do DIU de 2,2%. O DIU de cobre também pode ser usado como método de contracepção de emergência. Se um DIU for inserido dentro de 5 dias após a relação sexual o risco de engravidar é reduzido à mesma taxa de uma mulher que já estivesse usando o DIU durante o ato sexual.A presença do DIU no útero promove a liberação de leucócitos e prostaglandinas pelo endométrio. Essas substâncias são hostis tanto ao esperma quando ao ovo. Quando usado continuamente para contracepção, o mecanismo primário de ação é espermicida/ovicida. Porém, acredita-se que mecanismos pós-fertilização contribuam efetivamente para a eficiência do DIU e devem ser o principal fator quando o DIU é usado como contracepção de emergência. Esse mecanismos pós-fertilização faz algumas pessoas e organizações a darem classificação do DIU como abortivo.
Uso do DIU como contracepção de emergência
O DIU pode ser usado para contracepção de emergência até 5 dias após a relação sexual. A colocação do DIU de cobre como contraceptivo de emergência tem a taxa de eficiência superior a 99%, o que o torna mais confiável do que as pílulas contraceptivas de emergência, mais conhecidas como pílulas do dia seguinte
Efeitos colaterais e complicações do DIU
O colocação do DIU pode introduzir bactérias no útero. O processo de colocação do DIU carrega um risco pequeno de doença de inflamatória pélvica nos primeiros 20 dias. É muito importante que sejam utilizadas técnicas para prevenir infecções durante a colocação do DIU. Antibióticos devem ser dados antes da colocação do DIU em mulheres com alto risco de endocardite (infecção das válvulas cardíacas), mas não devem ser usados rotineiramente.Após a colocação do DIU a menstruação tende a ser mais forte ou mais dolorida, especialmente durante os primeiros meses após sua inserção. O desconforto na menstruação é a causa mais comum para a emoção do DIU.Complicações com o DIU incluem sua expulsão e perfuração uterina. A perfuração uterina é geralmente causada por inexperiência do médico e é muito rara. A expulsão do DIU é mais comum e mulheres jovens, as que não tiveram filhos e quando o DIU é inserido logo após o parto ou aborto.Embora a taxa de gravidez ao usar o DIU seja baixa, se ela ocorrer existe o risco mais elevado de aborto e parto prematuro. Esses riscos mais elevados terminam se o DIU for removido quando a gravidez for descoberta.
O que são preservativos femininos ou camisinhas femininas?
O preservativos femininos, popularmente conhecidos como camisinha feminina, são um produto usado durante o intercurso sexual para prevenir a gravidez e evitar doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, gonorréia e sífilis. A camisinha feminina foi inventada há mais de 15 anos pelo dinamarquês Lasse Hessel. Ela é usada internamente pelo parceiro receptivo e impede fisicamente o sêmen ejaculado de entrar no organismo da pessoa.
Eficiência do preservativo feminino ou camisinha feminina.
Alguns primeiros teste sugeriram que a camisinha feminina ofereceria melhor proteção do que o preservativo masculino, porém testes no mundo real descobriram que o preservativo feminino era menos eficiente que a camisinha masculina para a maioria das pessoas.
Primeiros testes sobre a eficiência da camisinha feminina:* Uma apresentação na Conferência Internacional de 1990 sobre AIDS concluiu que "exposição ao sêmen foi significativamente menor com o uso do preservativo feminino comparado ao preservativo masculino".* Uma apresentação Conferência Internacional de 1989 sobre AIDS concluiu que "o preservativo feminino teve significativamente menos vazamentos do que o preservativo masculino. O risco combinado de vazamentos, rompimentos e deslizamentos dentro da vagina usando o preservativo feminino foi de 3,3% comparado ao risco combinado de 11,5% usando o preservativo masculino".
Eficiência preservativo feminino ou camisinha feminina contra doenças sexualmente transmissíveis
A eficiência da camisinha feminina na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis não foi estuada na mesma extensão que os preservativos masculinos, porém acredita-se que tenha eficicácia similar àquela encontrada para prevenção da gravidez. Em relação a algumas infecções sexualmente transmissíveis, como herpes que pode passar pelo contato pele-a-pele, a camisinha feminina pode ser mais eficiante do que a masculina, uma vez que cobre mais pele.Lubrificantes e preservativo feminino ou camisinha femininaLubrificantes baseados em água e silicone são seguros de usar com camisinha feminina, assim como com outros contraceptivos de barreira. Óleos que possam danificar o látex não devem ser usados com a camisinha feminina ou masculina feita desse material.Vantagens do preservativo feminino ou camisinha femininaOs genitais externos de quem usa a camisinha feminina, assim como a base do pênis do parceiro, podem ficar mais protegidos com a camisinha feminina do que a masculina. Teoricamente, isso daria mais proteção contra herpes genital. Além disso, não é preciso que o pênis do parceiro esteja ereto para inserir a camisinha feminina
O preservativos femininos, popularmente conhecidos como camisinha feminina, são um produto usado durante o intercurso sexual para prevenir a gravidez e evitar doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, gonorréia e sífilis. A camisinha feminina foi inventada há mais de 15 anos pelo dinamarquês Lasse Hessel. Ela é usada internamente pelo parceiro receptivo e impede fisicamente o sêmen ejaculado de entrar no organismo da pessoa.
Eficiência do preservativo feminino ou camisinha feminina.
Alguns primeiros teste sugeriram que a camisinha feminina ofereceria melhor proteção do que o preservativo masculino, porém testes no mundo real descobriram que o preservativo feminino era menos eficiente que a camisinha masculina para a maioria das pessoas.
Primeiros testes sobre a eficiência da camisinha feminina:* Uma apresentação na Conferência Internacional de 1990 sobre AIDS concluiu que "exposição ao sêmen foi significativamente menor com o uso do preservativo feminino comparado ao preservativo masculino".* Uma apresentação Conferência Internacional de 1989 sobre AIDS concluiu que "o preservativo feminino teve significativamente menos vazamentos do que o preservativo masculino. O risco combinado de vazamentos, rompimentos e deslizamentos dentro da vagina usando o preservativo feminino foi de 3,3% comparado ao risco combinado de 11,5% usando o preservativo masculino".
Eficiência preservativo feminino ou camisinha feminina contra doenças sexualmente transmissíveis
A eficiência da camisinha feminina na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis não foi estuada na mesma extensão que os preservativos masculinos, porém acredita-se que tenha eficicácia similar àquela encontrada para prevenção da gravidez. Em relação a algumas infecções sexualmente transmissíveis, como herpes que pode passar pelo contato pele-a-pele, a camisinha feminina pode ser mais eficiante do que a masculina, uma vez que cobre mais pele.Lubrificantes e preservativo feminino ou camisinha femininaLubrificantes baseados em água e silicone são seguros de usar com camisinha feminina, assim como com outros contraceptivos de barreira. Óleos que possam danificar o látex não devem ser usados com a camisinha feminina ou masculina feita desse material.Vantagens do preservativo feminino ou camisinha femininaOs genitais externos de quem usa a camisinha feminina, assim como a base do pênis do parceiro, podem ficar mais protegidos com a camisinha feminina do que a masculina. Teoricamente, isso daria mais proteção contra herpes genital. Além disso, não é preciso que o pênis do parceiro esteja ereto para inserir a camisinha feminina
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